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Prefeitura de Adamantina busca empréstimo de R$ 1,2 milhão para obras antienchentes na área central da cidade

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A Prefeitura de Adamantina busca autorização da Câmara Municipal para tentar junto á agência pública de fomento Desenvolve SP a obtenção de empréstimo no valor de R$ 1,2 milhão, para reestruturação de rede coletora de águas pluviais, na área central da cidade.

A busca de autorização legislativa consta do Projeto de Lei (PL) Nº 067, de 10 de setembro, que foi lido na sessão da Câmara Municipal desta segunda-feira (13). Lido em plenário, o PL foi despachado às comissões permanentes da Câmara, para pareceres e posterior votação.

Conforme a mensagem que acompanha o PL, a operação de crédito será destinada à reestruturação da rede de captação de águas pluviais na área central do município, em pontos onde tem sido comum a ocorrência de enchentes, causando transtornos e prejuízos a moradores das casas atingidas, empresas e veículos. “A rede de águas pluviais existente tornou-se insuficiente para coletar toda a água de chuva, ocasionando alagamentos e danos para os comerciantes e moradores locais”, diz a mensagem. “Esta reestruturação visa sanar os problemas de alagamento apresentados em vários pontos da cidade (trechos das vias Alameda Santa Cruz, Alameda dos Expedicionários, Alameda Dona Maria Cândido Romanini, Rua General Isidoro, Rua Fioravante Spósito e Avenida Capitão José Antônio de Oliveira)”, afirma o texto que acompanha o PL, assinado pelo prefeito municipal.

Solução total

Em agosto passado, em entrevista à TV Folha Regional, o secretário municipal de planejamento, João Vitor Marega detalhou que medidas para enfrentamento às repetidas ocorrências de enchentes em pontos críticos da área urbana de Adamantina custariam R$ 20 milhões. O montante permitira ampliar a estrutura de escoamento de águas pluviais e sua capacidade de vazão, a partir de um sistema mais robusto e interligado.

Ele observou que a atual estrutura foi construída possivelmente sem dimensionar o potencial de crescimento da cidade. “Como foi construído muito tempo atrás, existe deficiência na captação da chuva”, disse. Segundo o gestor, nos últimos anos tem havido altos índices pluviométricos em curto espaço de tempo. “Às vezes chove 100 milímetros em 20 minutos”, observa. Ele ponderou ainda que a implantação das novas galerias no Parque dos Pioneiros foi importante para desafogar boa parte do volume de águas captadas das chuvas, daquela parte da cidade.

Diante da recorrência de inundações em pontos críticos – conhecidos e reclamados pelos moradores – o secretário disse que há projeto em desenvolvimento dimensionando o aporte de novas galerias para ampliar captação de água nos pontos críticos. “Segundo a estimativa que fizemos, as obras de interligação das galerias precisariam de um investimento que passaria dos R$ 20 milhões”, disse à reportagem. A execução das obras, porém, depende de recursos financeiros.

 

 

 

Fonte: Folha Regional

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