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Economia

OC perde vagas em todos os setores e encerra 2020 com o fechamento de 113 empregos formais

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Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feir, 28, apontam que Osvaldo Cruz perdeu 113 vagas formais de empregos ao longo de 2020.

Nem mesmo a recuperação que se apresentou entre julho e novembro, com cinco meses consecutivos de saldo positivo, foi suficiente para reverter o quadro.

Entre janeiro e dezembro foram registradas 1948 admissões, contra 2061 demissões.

Destaca-se, neste cenário, que todos os setores avaliados pelo Caged registraram saldo negativo ao longo de 2020, ou seja: o número de demissões foi maior que o de contratações:

  • Comércio: -45 vagas
  • Construção: -25 vagas
  • Serviços: -23 vagas
  • Indústria: -19 vagas
  • Agropecuária: -1 vaga

Em dezembro, OC fechou 63 vagas

Impulsionado pelo setor de Serviços que fechou 51 vagas, seguido pela Indústria (dez vagas fechadas) e a Construção (sete vagas fechadas), Osvaldo Cruz terminou dezembro com o fechamento de 63 vagas formais. No mês passado, apenas o Comércio registrou abertura de vagas: cinco.

Além disso, o resultado interrompe uma sequência de cinco meses de saldo positivo na geração de empregos formais: entre julho e novembro, o município registrou seguidos meses com abertura de vagas, tendo o ápice em agosto, quando terminou com a criação de 93 novas vagas.

Brasil

O Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. “A grande notícia para nós é que, em um ano terrível em que o PIB [Produto Interno Bruno – soma de todos os bens e serviços] caiu 4,5%, nós criamos 142 mil novos empregos”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Para ele, o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), criado pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, é um dos responsáveis pelo resultado, já que evitou a demissão de cerca de 10 milhões de pessoas durante o ano passado.

Pelo programa, empregadores e funcionários fizeram acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos. Como contrapartida, o governo pagou, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido.

“O IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] também soltou dado que confirma esse avanço, essa recuperação da economia brasileira em V [forte queda seguida de forte alta], quando anunciou quase 4 milhões de aumento na população ocupada, quando compara o trimestre de setembro/outubro/novembro sob trimestre anterior, sendo que quase 1 milhão foi de carteira assinada”, destacou Guedes.

De acordo com dados do Caged, de janeiro a dezembro do ano passado, foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 38.952.313 vínculos, o que representa uma variação de 0,37% em relação ao estoque de referência, de 1º de janeiro de 2020.

Colaborou: Revista Exame

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