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Osvaldo Cruz

Emerson Bussola faz balanço de sua gestão na Santa Casa e critica condução de sua demissão

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Pouco mais de uma semana após ter deixado a administração da Santa Casa de Osvaldo Cruz, o agora ex-diretor do hospital, Emerson Renato Bussola, concedeu sua primeira entrevista.

E nesta primeira fala, à Rádio Metrópole FM, ele deixou claro sua chateação com a prefeita Vera Morena [a quem ele cita como pessoa que administra a cidade] e sobrou até para parte da imprensa de Osvaldo Cruz, que segundo Bussola é parcial.

Logo no início da entrevista, Emerson Bussola fez uma avaliação de sua gestão de sete anos a frente do hospital.

Segundo ele, ao assumir a administração da Santa Casa, a situação era de quase falência.

“Chegamos e encontramos o caixa da Santa Casa com R$ 50, R$ 60 e dívidas que estavam em torno de R$ 12 milhões. Foi muito difícil o trabalho, mas graças a Deus reunimos todos os funcionários em uma única equipe”, disse Bussola.

Emerson destacou que em 29 de março, data de sua demissão, a Santa Casa tinha R$ 524 mil – entre contas bancárias e caixa da Santa Casa, além de R$ 110 mil em faturamento de convênios. “Não temos um centavo em dívidas”, garantiu Bussola.

“Muitas melhorias foram feitas. Quem vive lá dentro do que foi feito. E nada foi feito pelo Emerson. Foi feito pela nossa equipe, em parceria com a Prefeitura, Câmara, clubes de serviço, Associação Comercial, Multiplic, a imprensa – vocês [em referência à Rádio Metrópole] que sempre estiveram nos apoiando de forma imparcial, diante de alguns outros meios de comunicação de que são muito parciais”.

Ainda durante a entrevista, o ex-diretor administrativo da Santa Casa disse que ficou sabendo de sua demissão depois que a filha, que trabalha do estado de Mato Grosso, viu nas redes sociais.

“Ela achou que era fake news. A imprensa estava publicando que havia ocorrido a troca. Eu estava com mais três funcionários em uma reunião e comecei a receber ligações e muitas mensagens pelo whatsapp. A pessoa que fala de humanização tem que começar pelo respeito. Pode não gostar da pessoa, mas bastava uma ligação”, lembrou Bussola.

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