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De 13 a 19 de maio, participe da greve dos aplicativos!

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Dia 14 de maio 8h30 – todos e todas à ALESP contra o projeto de escola cívico-militar

 

A partir de segunda-feira, 13 de maio, professores e professoras não devem utilizar aplicativos e plataformas digitais, exceto para registrar a aula dada e a presença de estudantes e professores.

Demais aplicativos e plataformas, slides, apostilas digitais não devem ser utilizados. Devemos convidar os estudantes a não usarem as plataformas e junto conosco fazermos a greve dos aplicativos.

Será enviado para as subsedes material específico para diálogo com os estudantes, pais, mães e toda a sociedade.

Também será encaminhado outros materiais de orientação aos professores e professoras.

Professor, professora, de 13 a 19 de maio, siga seu plano de aula, trabalhe com seus alunos e liberte-se das plataformas digitais.

Em caso de assédio, o(a) professor(a) deve procurar o Departamento Jurídico da APEOESP.

Não assine nada sem consultar a APEOESP!

APEOESP veiculará matéria paga sobre a greve dos aplicativos na sexta- -feira, 10/5, no intervalo do programa Bom Dia Brasil, da Rede Globo.

 

NO DIA 14 DE MAIO VAMOS LOTAR A ALESP CONTRA AS ESCOLAS-QUARTEL!

No dia 14 de maio a Assembleia Legislativa realizará uma audiência pública para debate do Projeto de Lei Complementar 9/2024, que institui o Programa Estadual de Escolas Cívico-Militares.

O governo pretende votar no mesmo dia esse projeto. Não aceitamos a transformação de escolas regulares em escolas-quartel.

As subsedes devem enviar à Alesp na próxima terça-feira pelo menos 3 professores para a audiência pública e 3 para acompanharem a votação. Esses professores poderão ser os mesmos ou se revezarem entre as duas atividades. O horário de chegada na Alesp é no máximo às 8h30 para garantir a entrada, pois haverá mobilização dos favoráveis ao PLC.

 

SUBSEDES ORGANIZARÃO ATOS NAS DIRETORIAS DE ENSINO PARA PROTOCOLAR REQUERIMENTOS CONTRA A FALTA INJUSTIFICADA

Até o momento o secretário executivo da SEDUC não cumpriu a promessa de revogar o Comunicado que determina o registro de falta injustificada em 26/04.

Não vamos aceitar essa medida autoritária da SEDUC.

Por isso, as subsedes devem organizar uma ida coletiva às Diretorias de Ensino para protocolarem os requerimentos para que não seja consignada essa falta injustificada. Ao mesmo tempo, a Diretoria da APEOESP continuará pressionando a SEDUC pela revogação do Comunicado e pela reposição de aulas, desta e demais paralisações.

 

SOLIDÁRIA COM O POVO GAÚCHO, APEOESP DENUNCIA OMISSÕES CRIMINOSAS FRENTE À EMERGÊNCIA CLIMÁTICA

A APEOESP está solidária com a população do Rio Grande do Sul face à emergência climática que vem provocando fortes chuvas e inundações que afetam 60% dos municípios daquele Estado.

Para tanto, a Sede Central e as 95 subsedes do nosso Sindicato se transformaram em postos de coletas de alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal, roupas, calçados e água mineral, que serão remetidos por intermédio dos Correios para o RS.

Externamos às famílias das vítimas fatais nossas condolências e nossos desejos que as pessoas desaparecidas sejam resgatadas com vida e que sejam encontradas soluções para aqueles que perderam suas casas e outros bens materiais.

Para além dessa forma de solidariedade, também nos manifestamos solidários com a população gaúcha ao constatar e denunciar que os danos poderiam ter sido minimizados, caso o governo do Estado, a prefeitura de Porto Alegre, assim como prefeituras de diversos municípios não tivessem negligenciado suas obrigações em relação à prevenção deste tipo de dano.

Seguindo a política do ex-presidente Jair Bolsonaro, o governador do RS, Eduardo Leite (PSDB), alterou o código ambiental do Estado, flexibilizando atividades econômicas predatórias em diversas regiões de proteção ambiental, ao mesmo tempo que deixou recursos irrisórios para a prevenção de desastres e para a Defesa Civil.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), por sua vez, nada investiu na prevenção de enchentes, apesar de todos os alertas, deixando sem manutenção o sistema de diques e comportas da cidade, potencializando os danos. Lembremos que até há pouco tempo esse prefeito pretendia derrubar o Muro de Mauá, que possui 2.664 metros de comprimento e seis de altura e ajuda a proteger a cidade contra as cheias do Rio Guaíba.

O grande volume de chuvas e a forma como os rios da região invadiram as áreas urbanas, destruíram plantações, causaram a morte de animais e causaram prejuízos incalculáveis afronta o negacionismo climático de muitos líderes e influenciadores bolsonaristas no estado do Rio Grande do Sul e no Brasil e exige de todos aqueles que ocupam cargos executivos e de liderança na sociedade a ampliação do trabalho de conscientização popular, combate às fake news e de tomada de medidas efetivas para a proteção da população contra novas e prováveis ocorrências.

 

 

Fonte: APEOESP (Informa Urgente 043/2024)

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